Friday, November 6, 2015

Robert Frost - The Road Not Taken











Robert Frost - The Road Not Taken









Robert Frost - The Road Not Taken


Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;

Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,

And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.

I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.



Robert Frost - O caminho não percorrido (PT)


Dois caminhos divergiam num bosque amarelo
Triste por não poder seguir os dois
E por ser apenas um viajante, segui
Um deles o mais longe que pude com o olhar,
Até o ponto onde ele se perde no mato

Tomei o outro que me pareceu mais belo,
Oferecendo talvez a vantagem
De uma relva que se podia pisar,
Embora o estado de ambos fosse o mesmo
E naquela manhã eles fossem iguais

Ambos estavam sob relvas que nenhum passo
Enegrecera. Oh deixei
Para outra vez o primeiro!
Mas como sabia que ao caminho se juntam
Os caminhos, duvidei que um dia voltasse.

Hei de contar isto suspirando,
Daqui a muito tempo, nalgum lugar:
Dois caminhos divergiam num bosque, e eu
Segui o menos trilhado,
E foi o que fez toda a diferença.

Robert Lee Frost (1874-1963)

Foi um dos mais importantes poetas dos Estados Unidos do século XX.



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Monday, November 2, 2015

Auta de Souza - Súplica






Auta de Souza - Súplica

Poesia em Português - Brasil



Auta de Souza - Súplica


Se tudo foge e tudo desaparece,
Se tudo cai ao vento da Desgraça,
Se a vida é o sopro que nos lábios passa
Gelando o ardor da derradeira prece;

Se o sonho chora e geme e desfalece
Dentro do coração que o amor enlaça,
Se a rosa murcha inda em botão, e a graça
Da moça foge quando a idade cresce;

Se Deus transforma em sua lei tão pura
A dor das almas que o ideal tortura
Na demência feliz de pobres loucos...

Se a água do rio para o oceano corre,
Se tudo cai, Senhor! por que não morre
A dor sem fim que me devora aos poucos?

Auta de Souza (1876-1901)

foi uma poetisa brasileira da 2ª geração romântica.











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Sunday, November 1, 2015

Auta de Souza - Na Capelinha






Auta de Souza - Na Capelinha

Poesia em Português - Brasil








Auta de Souza - Na Capelinha


Entrou na Igreja sorrindo,
Coberta com um fino véu.
O seu rostinho era lindo
Como o da virgem do Céu.

Foi ajoelhar-se contrita
Ao pé do sagrado altar,
E, com piedade infinita,
Principiou a rezar.

Um doce sorriso veio
Encher-lhe a boca de luz.
Uniu as mãos sobre o seio,
Fitou os olhos na Cruz.

O que dizia... Alguém pode
Adivinhar o que diz
A prece que ao lábio acode
Enquanto a gente é feliz?

Nessa idade, para que
Se reza... (saberei eu?)
A gente reza porque
Também se reza no Céu.

E ela, tão meiga e pura,
Que não conhecia o mal,
E que guardava a ventura
No coração virginal;

Em sua fé de criança
Ingênua e cheia de amor,
Talvez pedisse a esperança
Para os que vivem na dor.

Talvez tivesse gemidos
Para quem vive a chorar,
Para os que vagam perdidos
Nas frias ondas do mar.

E enquanto o lábio querido
Orava piedoso assim,
Do negro olhar comovido
O pranto rolou por fim.

E deslizaram sem calma
As bagas por sua tez,
No desconsolo de um’alma
Que chora a primeira vez.

Su’alma santa onde moram
A Luz, a Inocência e o Bem,
Pedindo pelos que choram
Foi soluçando também.

E compreendendo o segredo
D’aquela doce emoção,
Eu disse baixinho, a medo,
Falando ao meu coração:

Benditos nós que sofremos
Varados por mágoa atroz...
Enquanto assim padecemos
Os anjos pedem por nós.

Auta de Souza (1876-1901)

foi uma poetisa brasileira da 2ª geração romântica.






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