Sunday, January 17, 2016

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?





Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?




Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?


How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of being and ideal grace.

I love thee to the level of every day’s
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for right.
I love thee purely, as they turn from praise.

I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood’s faith.
I love thee with a love I seemed to lose

With my lost saints. I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life; and, if God choose,
I shall but love thee better after death.

Elizabeth Barrett Browning (1806—1861)

was one of the most prominent English poets of the Victorian era.




Elizabeth Barrett Browning - Soneto 43 - Como te amo?


Como te amo? Deixa-me contar os modos.
Amo-te ao mais fundo, amplo e alto que
Minh'alma pode alcançar, além dos limites visíveis
E fins do Ser e da Graça ideal.

Amo-te até ao nível das mais diárias
E ínfimas necessidades, à luz do sol e das velas.
Amo-te com liberdade, como os homens buscam por Justiça;
Amo-te com pureza, como voltam das Preces.

Amo-te com a paixão posta em uso
Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido

Com meus Santos perdidos - amo-te com o fôlego,
Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! - e, se Deus quiser,
Amar-te-ei melhor depois da morte.

Elizabeth Barrett Browning (1806—1861).

Foi uma poetisa inglesa da época vitoriana.

Mulher do poeta Robert Browning.






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Saturday, January 16, 2016

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?



Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?


Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?


How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of being and ideal grace.

I love thee to the level of every day’s
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for right.
I love thee purely, as they turn from praise.

I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood’s faith.
I love thee with a love I seemed to lose

With my lost saints. I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life; and, if God choose,
I shall but love thee better after death.

Elizabeth Barrett Browning (1806—1861)

was one of the most prominent English poets of the Victorian era.




Elizabeth Barrett Browning - Soneto 43 - Como te amo?


Como te amo? Deixa-me contar os modos.
Amo-te ao mais fundo, amplo e alto que
Minh'alma pode alcançar, além dos limites visíveis
E fins do Ser e da Graça ideal.

Amo-te até ao nível das mais diárias
E ínfimas necessidades, à luz do sol e das velas.
Amo-te com liberdade, como os homens buscam por Justiça;
Amo-te com pureza, como voltam das Preces.

Amo-te com a paixão posta em uso
Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido

Com meus Santos perdidos - amo-te com o fôlego,
Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! - e, se Deus quiser,
Amar-te-ei melhor depois da morte.

Elizabeth Barrett Browning (1806—1861).

Foi uma poetisa inglesa da época vitoriana.

Mulher do poeta Robert Browning.











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Friday, January 15, 2016

Luís Vaz de Camões - Amor é fogo que arde sem se ver



Luís Vaz de Camões - Amor é fogo que arde sem se ver







Luís Vaz de Camões - Amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões (1524—1580) foi um poeta de Portugal,

considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa

e um dos grandes poetas do Ocidente.




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Thursday, January 14, 2016

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How do I love thee? Let me count the ways.
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I love thee freely, as men strive for right.
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I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood’s faith.
I love thee with a love I seemed to lose

With my lost saints. I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life; and, if God choose,
I shall but love thee better after death.

Elizabeth Barrett Browning (1806—1861)

was one of the most prominent English poets of the Victorian era.




Elizabeth Barrett Browning - Soneto 43 - Como te amo?


Como te amo? Deixa-me contar os modos.
Amo-te ao mais fundo, amplo e alto que
Minh'alma pode alcançar, além dos limites visíveis
E fins do Ser e da Graça ideal.

Amo-te até ao nível das mais diárias
E ínfimas necessidades, à luz do sol e das velas.
Amo-te com liberdade, como os homens buscam por Justiça;
Amo-te com pureza, como voltam das Preces.

Amo-te com a paixão posta em uso
Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido

Com meus Santos perdidos - amo-te com o fôlego,
Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! - e, se Deus quiser,
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Foi uma poetisa inglesa da época vitoriana.

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Wednesday, January 13, 2016

Augusto dos Anjos - A Esperança



Augusto dos Anjos - A Esperança





Augusto dos Anjos - A Esperança


A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.

Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?

Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a Crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro - avança!

E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da Morte a me bradar; descansa!

Augusto dos Anjos (1884-1914)

O mais importante poeta do pré-modernismo.

Sua obra poética, está resumida em um único livro "Eu e Outros Poemas".







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Sunday, January 10, 2016

Augusto dos Anjos - A Esperança



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A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.

Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?

Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a Crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro - avança!

E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da Morte a me bradar; descansa!

Augusto dos Anjos (1884-1914)

O mais importante poeta do pré-modernismo.

Sua obra poética, está resumida em um único livro "Eu e Outros Poemas".










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Thursday, January 7, 2016

William Shakespeare - Sonnet 18



William Shakespeare - Sonnet 18







William Shakespeare - Sonnet 18


Shall I compare thee to a summer's day?
Thou art more lovely and more temperate:
Rough winds do shake the darling buds of May,v
And summer's lease hath all too short a date:

Sometime too hot the eye of heaven shines,
And often is his gold complexion dimm'd;
And every fair from fair sometime declines,
By chance, or nature's changing course, untrimm'd;

But thy eternal summer shall not fade
Nor lose possession of that fair thou ow'st;
Nor shall Death brag thou wander'st in his shade,
When in eternal lines to time thou grow'st;

So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee.

William Shakespeare(1564—1616)

was an English poet, playwright and actor.




William Shakespeare - Soneto 18 (PT)


Como hei de comparar-te a um dia de verão?
És muito mais amável e mais amena:
Os ventos sopram os doces botões de maio,
E o verão finda antes que possamos começá-lo:

Por vezes, o sol lança seus cálidos raios,
Ou esconde o rosto dourado sob a névoa;
E tudo que é belo um dia acaba,
Seja pelo acaso ou por sua natureza;

Mas teu eterno verão jamais se extingue,
Nem perde o frescor que só tu possuis;
Nem a Morte virá arrastar-te sob a sombra,
Quando os versos te elevarem à eternidade:

Enquanto homens houver, e olhos puderem ver,
Meu verso há de viver, e vida te dará.

William Shakespeare(1564—1616) foi um poeta e dramaturgo inglês.









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